Lutando contra a pornografia

Pornografia é uma tentação universal precisamente porque provoca exatamente o que os poderes satânicos desejam provocar. Ela agride a natureza trinitariana da realidade, a comunhão em amor de pessoas, substituindo por um unitarianismo masturbatório.

E a pornografia também agride a figura de Cristo e sua igreja ao interromper a união de um só corpo, deixando os casais em situação semelhante à dos nossos ancestrais, escondendo-se um do outro e de Deus, por conta da vergonha.

E a pornografia ataca, como Satanás sempre faz, a Encarnação (1 João 4.2-3), ao substituir a intimidade corporal do casal pela ilusão de intimidade remota.

PORNOGRAFIA LEVA À IDOLATRIA.

A verdade central da religião cristã é a fé em um único Deus Santo. “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto”, disse Jesus (Mt 4:10). A história do antigo oriente médio documenta a decadência das nações que adoravam deuses da fertilidade usando órgãos sexuais como seus símbolos e protituição como forma de adoração. Deus, no final das contas, puniu estas nações sem misericórdia, como Ele fez com seu próprio povo quando ele caiu nestas práticas pagãs. Pornografia supre os símbolos, os rituais, os estímulo e o credo para adoração do corpo humano e de seus impulsos sexuais ao invés do eterno Espírito, o Deus Jeová.


PORNOGRAFIA É ANTI-CRISTÃ.

Deus abomina tudo o que é imoral, sexualmente pervertido, associado a idolatria e a luxúria. “Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, … herdarão o reino de Deus … o corpo não é para a impureza, mas, para o Senhor” (1 Co 6:9-13). As Santas Escrituras exortam em Ef 5:3 e Ef 5:11: “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos” e “não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as”.




PORNOGRAFIA DESTRÓI AS RELAÇÕES HUMANAS NORMAIS.

Jesus ensinou que nós somos protetores de nossos irmãos. De fato, nós somos guardiães uns dos outros. Pornografia dita que a satisfação dos próprios desejos de alguém é tudo o que importa. Ignorando a praga da gravidez indesejada com seu resultado: o aborto. Deixa pelo seu caminho casamentos destruídos, crianças separadas e molestadas, jovens desiludidos e vizinhanças deterioradas. Os produtores, promotores e participantes não se preocupam com essas coisas.


PORNOGRAFIA ATACA MULHERES E CRIANÇAS.

O Cristianismo estabeleceu um lugar especial e de honra à mulher e a criança. Há séculos, quando ninguém olhava por elas nas sociedades pagãs, a Palavra de Deus deu-lhes dignidade e valor. Pornografia explora as mulheres como ferramentas descartáveis para a satisfação da luxúria masculina. Crianças são abusadas mentalmente, emocionalmente, fisicamente e espiritualmente para satisfazer as compulsões hedonistas dos viciados em sexo. Os seguidores conscientes do Senhor Jesus não podem dar as costas a este comportamento destrutivo.


PORNOGRAFIA VICIA.

Pornografia envolve seus usuários como uma corda sempre apertando mais através de seus impulsos sexuais. O apóstolo Paulo descreveu este processo assim: “obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza” (Ef 4:18-19).

PORNOGRAFIA É ANTI-SEXO.

A Bíblia descreve o sexo como um belo presente e cheio de propósito de Deus para o homem e a mulher. Ele projetou o enccontro sexual entre o marido e a esposa para se uma fonte de prazer mútuo, bem como o meio para perpetuar a Sua criação. Ele deu ao marido e a mulher a incrível capacidade de realizar o milagre de trazer a existência alguém à Sua imagem. Não é maravilhoso que este processo esteja “empacotado” em um relacionamento de intensa alegria, fisicamente, emocionaImente, espiritualmente e socialmente? Portanto, não seria de se espantar que Satanás atacasse justamente este ponto central da criação de Deus. Desde o início ele tem se determinado a destruir o sistema que executa o mandamento original de Deus “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai” (Gn 1:28b). Na demoníaca contradição ao plano de Deus, a pornografia promove a satisfação física sem amor, sexo sem responsabilidade, união sem obrigação pelas conseqüências, e exercício do privilégio sem nenhum cuidado com as conseqüências eternas originalmente projetadas para acompanhá-lo.


PORNOGRAFIA E AMBIÇÃO SÃO PARCERIAS NA MALDADE.

Ambição, de acordo com as Escrituras, desgosta a Deus e é destrutivo para a humanidade. Em contraste, Deus exorta em Sua Palavra que nós vivamos pelo nosso trabalho honesto. Os poucos capitães da indústria pornográfica levam vantagem das massas para seu próprio ganho, apesar dos impactos destrutivos nas vidas e na sociedade. Tanto produtores como revendedores ganham altos lucros. Os cofres do crime organizado estão abarrotados com o ganho proveniente da pornografia. Todos os estudos governamentais documentam umas poucas famílias do crime organizado controlam a distribuição nacional de pornografia pesada (hard core). (Final Report, Attorney General’s Commission on Pornography, Volume 1 at 912-17.)

O QUE A BÍBLIA DIZ ACERCA DA PORNOGRAFIA

Do Gênesis ao Apocalipse, Deus enfatizou os mesmos princípios várias vezes. Você não pode misturar trevas e luz, você não pode se juntar ou colocar-se debaixo de conselho de algo que não é de Deus sem se corromper.

Lv 20:7, Sl 101:3, Pv 6:25-29; Pv 7:4-27; Pv 23:7; Pv 31:10
Mt 5:27-28; Jo 5:14; Rm 6:11-14; 1 Co 6:12-20; 1 Co 7:1
1 Co 7:8-9; 1 Co 7:37; 1 Co 10:13; Gl 5:16-17; Gl 24;
Ef 2:3-6; Ef 4:18-19; Ef 5:3; Ef 5:11; Fp 4:8
1 Ts 4:3; Tt 2:11-12; Tt 3:3-5; Hb 2:18; Hb 4:15-16; Hb 13:4
Tg 1:12-14; Tg 4:1; Tg 4:7-8; 1 Pe 1:14-16; 2 Pe 1:4; 2 Pe 2:9
1 Jo 2:16,17; Jd 18-21; Ap 14:4

Pastor Caio Fabio: Sexo anal e oral não é pecado



Se houver consenso, acordo e carinho, o casal "pode e deve" praticar as ações. Ele porém corrige e diz que sexo anal não pode ser visto como prioridade e substituir o sexo genital, mas que deve ser praticado com cautela, "de vez em quando", e ser visto como "uma guloseima". 
O pastor alerta para o fato da necessidade de manter a higiene e fazer o uso de preservativos. "O corpo da mulher não pertence a mulher mas sim ao marido e o corpo do marido não pertence ao marido e sim a mulher," afirma.


Sexo santo? Vixe! Isso existe?






Desde o seu início, a cristandade se defrontou com o problema da santificação. E atribuir a característica de “problema” a uma temática tão cara ao ideal cristão não é para menos: embora o Deus Triúno tenha estabelecido, há tempos imemoriais, um padrão próprio de santidade, baseado na vivência interior e na sublimidade da interação com o sobrenatural, o ser humano sempre tendeu ao diametralmente oposto: transferiu a santidade para o âmbito externo, corporal, e banalizou a experiência com o sagrado, dando-lhe uma conotação descabidamente personalizada.

No campo da afetividade, então, é que a coisa fica braba. Da conotação especial dada por Deus à relação homem/mulher, o homo sapiens tratou de avacalhar: em nome de uma suposta santidade, pecaminizou o contato físico – sexo no casamento incluído – e entronizou a ascese e o celibato como ideais de pureza cristã. Porém, como a auto-repressão é nitroglicerina pura para a frágil alma humana, a ausência de uma necessidade intrínseca causa uma explosão pecaminosa. Ô circulozinho mardito!

Ao longo dos séculos, outro efeito colateral dessa repressão se fez sentir no campo da hamartiologia. É notório que nesse período surgiram entre nós, que somos frutos da Reforma, pessoas corruptoras da graça e da liberdade em Cristo, que arrogaram para si um papel nitidamente romanista: o de inquisidores. Verdadeiros Torquemadas, eles corromperam não só famílias, mas igrejas inteiras, ensinando a mesma heresia romana de que há hierarquia entre pecados. Não satisfeitos com isso, trataram de encastelar a imoralidade sexual no mesmo patamar da blasfêmia contra o Espírito Santo. Pronto: passamos a ter dois pecados imperdoáveis! Sim, pois embora não confessem explicitamente tal heresia, os verdugos mencionados falam e agem como se assim fosse. Negam o caráter de Deus. Distorcem as Escrituras. Lançam mão de uma eisegese (ou seria exejegue?) conveniente à sua crença pagã.

Entendimento bíblico

No entanto, quando nos defrontamos com a busca pela santidade, conforme a vontade de Deus, outro panorama, bem menos peçonhento e obtuso, se descortina diante de nós. J. I. Packer nos dá um excelente ponto de partida:

“Em primeiro lugar, consideremos a palavra em si. Santidade é um substantivo que pertence ao adjetivo santo e ao verbo santificar, que basicamente significa tornar santo. Santo, tanto no hebraico, como no grego, significa separado, consagrado e recriado para Deus. Quando aplicada às pessoas, como ‘santos de Deus’ ou ‘santos’, a palavra [santidade] implica em devoção e assimilação: devoção, no sentido de viver uma vida de serviço para Deus; assimilação, no sentido de imitar, conformar-se a e tornar-se como o Deus a quem se serve. Como cristãos, a implicação é que precisamos assumir a lei moral de Deus como a nossa regra e o Filho encarnado de Deus como o nosso modelo. É aqui que a nossa análise de santidade deve começar”. (J. I. Packer, Redescobrindo a Santidade, Cultura Cristã, p. 16)

É claro que a depravação total do ser humano deve ser levada em consideração quando falamos sobre santidade. Embora não seja calvinista, tenho para mim que todo e qualquer esforço que façamos para nos separarmos do mundo esbarrará em nossa natureza falível. Todos pecaram, e carecem da glória de Deus. Mas não é porque pecamos que meramente nos acomodaremos, à mercê de nossas próprias debilidades. A misericórdia de Deus nos constrange e socorre. Se pecarmos, temos um advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.

A degeneração platônica

Ora, se a santidade bíblica leva a existência do pecado e do perdão divino em consideração, porque diversos setores da igreja a concebem como um ideal praticamente inatingível, mormente no campo sexual? A resposta está na influência da filosofia platônica no cristianismo dos primeiros séculos.

Os neoplatônicos repudiavam tudo aquilo que significasse o aprisionamento do corpo e dos sentidos a toda e qualquer forma de condicionamento social e mental, concebendo o amor como coisa idealizada, sem contato físico. Não foram poucos os líderes cristãos de nomeada, influenciados por esse tipo de pensamento gentio, com destaque para Santo Agostinho, que, à revelia do preceituado na Bíblia, defenderam uma práxis cristã expurgada do sexo, confundido com o pecado original. Assim, a sexualidade seria o indicador da queda do homem, e mesmo que os casais copulassem apenas com fins de procriação, estariam fazendo algo necessário, mas humilhante.

Dessa forma, Agostinho e outros introduziram entre os cristãos uma nódoa de consciência culpada quando faziam sexo ou tinham sentimentos e impulsos prazerosos, o que arruinou a vida de inúmeros casais, para os quais o sexo passou a ser associado a um "presente do demônio". E mais: A presença do impulso sexual nos seres humanos seria a marca da corrupção da nossa natureza. A maldade humana seria resultante desse tumor sensual e dissoluto existente em todos nós.

Basta ler Gênesis para constatar a falsidade da construção agostiniana. O pecado original foi o da desobediência. Se há uma “marca” no que concerne à rebelião humana contra Deus, essa é a da contraposição às prescrições divinas, e não os impulsos sexuais. Estes surgem naturalmente na adolescência, e são dados por Deus para potencializar e reafirmar o vínculo matrimonial. Se externalizados fora do contexto conjugal, aí sim, se tornam pecado, mas perdoável por Deus. Quando contrasteada com o pensamento paulino, a tese do bispo de Hipona é enterrada de vez. Muito embora fosse celibatário por opção, Paulo jamais buscou impor de cima para baixo o ascetismo à igreja nascente. Talvez apenas tenha compreendido, como nenhum outro, que a vida de solteiro é mais vantajosa quando analisada sob alguns aspectos. Todavia, o magistério paulino apresenta alternativas rigorosamente iguais em sua validade: a comunidade não é obrigada a ele, mas o mesmo não deixa de ser uma recomendação para que aqueles que são atribulados na carne não venham a tropeçar por meio da incontinência. Além do mais, o Apóstolo das Gentes faz uma impugnação pesada contra aqueles que proibiam o casamento, dando a ele, e a tudo o que lhe dizia respeito, inclusive o sexo, o estatuto incontestável de instituição divina.

Nossa prática atual e situação dos jovens

Enquanto eu e minha esposa Danny analisávamos os dados da pesquisa O Crente e o Sexo do BEPEC, vimos patente o resultado do desvirtuamento do conceito de santidade aplicado à relação entre os dois gêneros. Uma igreja hipócrita foi desnudada: enquanto reverbera contra a imoralidade sexual, não combate nem esse, nem os demais pecados. Censura o mundo, mas se comporta pior do que ele. E essa hipocrisia avulta ainda mais quando nos recordamos (não faz muito tempo, tenho só 29 anos!) da atitude de alguns preletores adultos em eventos para jovens, não apenas em minha antiga denominação, mas em outras Brasil (e mundo) afora: um sentimento patente de superioridade em questões morais. Para esses senhores, os jovens são licenciosos incorrigíveis, bestas fornicadoras que devem ser contidas a todo custo na base do “paustoreio”.
 
Cansei de ouvir esse tipo de pregação mentirosa, mas tambem cansei de tomar conhecimento, a posteriori, que alguns dos ditos pregadores haviam sido pegos com a boca na botija, no mais das vezes em adultério. Mesmo assim, seus sucessores continuam com o mesmo discurso falacioso. E la nave va... Fora o extremo oposto, que é o incentivo à lascívia por parte de líderes inescrupulosos, normalmente de igrejas neopentecas que se pretendem “moderninhas”.


Mas nem tudo está perdido. Quando analisamos os resultados entre os solteiros maiores de 16 anos, especialmente o subgrupo dos jovens entre 16 e 24 anos, que representa 62,02% do universo pesquisado (a qual eu chamo, a partir de agora, de faixa majoritária), ainda vemos um nível de licenciosidade indesejado, mas numa trajetória declinante em relação aos resultados vexatórios apurados entre os casados, e mesmo entre os solteiros acima de 24 anos.


Um exemplo é a questão da virgindade. Se compararmos as respostas da faixa majoritária com as dos casados, percebemos que a maioria (59,75%) se preserva para o matrimônio, seguindo o padrão bíblico, enquanto que entre os casados, a lógica se inverte (56,07% brincaram de médico antes de juntar os trapinhos). Se expurgarmos da faixa majoritária os neopentecostais, o índice de fidelidade à Palavra nesse ponto sobe para 66,52%. O lado positivo essa situação avulta ainda mais quando comparamos esses dados com estatísticas do Ministério da Saúde, onde se percebe um índice alto (26,8%) de iniciação sexual precoce, antes dos 15 anos, na população brasileira.


Acima dos 24 anos, a coisa se complica, pois a inclusão dos 37,98% de solteiros nessa faixa etária eleva a proporção de merendas antecipadas para 66,13%.


Mais uma vez, um motivo de pesar é o desempenho dos pseudopentecostais. A ênfase dessa corrente anticristã no antropocentrismo e no materialismo hedonista tem um claro reflexo comportamental: a maioria dos jovens dessas igrejas avançou o sinal. Mas justiça seja feita: os jovens adeptos dessas igrejas se saem melhor se comparados, por exemplo, com o índice de teratológico de sexo pré-marital encontrado entre os neopentecas casados (76,99%).


A rejeição praticamente universal às práticas homossexuais é outro ponto de convergência entre o standart sagrado e as respostas obtidas. 94,98% do universo dos solteiros jamais manteve relação homossexual; 89,31% sequer tem esse desejo; e 97,03% não mantém, quando da resposta ao questionário, nenhum tipo de relacionamento dessa natureza.

Outra constatação que emerge da pesquisa é a falha das igrejas em orientar os jovens: a maioria dos que se adiantaram (54,57%) tiveram sua primeira vez depois de convertidos. E entre os que vieram de fora nessa situação, 64,58% mantiveram-se no erro. Uma conclusão igualmente válida é a de que os respondentes da faixa majoritária, quando fazem opção de abstinência, o fazem por conta própria, numa decisão de foro íntimo, justamente em face da falha eclesiástica em discipular os jovens no que tange ao sexo.

A percepção do déficit de educação sexual no âmbito eclesiástico prossegue. Tomando-se apenas a faixa majoritária como referência, temos um índice alto de jovens que “ficam” (37,86%), prática essa que pode induzir à infidelidade conjugal num futuro não muito distante. 66,52% se masturbam. Mais de 20% dos casais de namorados têm vida sexual plena e ativa (são casados na prática). E os hábitos e práticas licenciosos, como pornografia, sexo virtual, relações com prostitutas, carícias mais “pesadas”, são correntes para quase 70% da faixa majoritária, atingindo índices duplicados (às vezes triplicados) em relação aos adultos.


Sim, não há desculpa para tais práticas: são pecaminosas, ou por serem feitas fora do contexto matrimonial, ou por serem reprováveis para solteiros e casados, indistintamente. Mas é compreensível que, numa fase em que os hormônios inclinam a psique com mais força para a sexualidade, somada ao desejo do espírito por ter a mente de Cristo, para a busca pela abstinência da conjunção carnal, haja um empuxo contrário em outras áreas sexuais.

E é aqui que os orientadores de jovens têm falhado, mesmo lidando com um público que deseja ardentemente acertar, e acerta mais do que a geração anterior, bem como percebe com mais agudeza a falha de caráter coletiva da Igreja ao tratar desses assuntos.


A falha está justamente no ar de superioridade que demonstram. Porém, conselhos moralistas, vomitados de cima para baixo, mais atrapalham do que ajudam. É preciso mostrar aos jovens que o sexo é, sim, um presente de Deus. Que o usufruto dessa dádiva pode se dar num contexto de santificação de vida, desde que sejam respeitados os limites estabelecidos para cada fase.

Por isso, um conselho aos discipuladores (sempre considerando as honrosas exceções): abandonem a arrogância e a pose de sabichões. Embora com mais experiência, vocês têm errado, e feio, ao pregarem uma coisa que não vivem a quem busca santidade com mais instância do que vocês.

E, consciente de que chovo no molhado para a maioria (glória a Deus por isso!), digo aos jovens, eu, jovem igual a eles: “aquele que coisava, não coise mais”! Procure conservar-se a si mesmo puro antes do casório. Mas se não conseguir, se tropeçar, não é o fim do mundo. Abandone o pecado. Recomece! Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos lavar de toda a (nossa) injustiça.


Fonte: 
genizahvirtua

Procurando um amor



Por que é tão difícil encontrar alguém que nos complete?

Independentemente de idade ou status social, todo mundo quer encontrar um amor. Homens e mulheres vivem nessa busca. E no mundo moderno, onde os relacionamentos não têm passado de furtivos encontros, ainda assim, muitos vivem na ânsia de encontrar alguém. Mas, por que está tão difícil encontrar a chamada alma gêmea?
Em entrevista ao Portal Arca Universal, o psicólogo Alexandre Bez, especialista em Relacionamento pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos, e membro da Associação Americana de Psicologia (APA), enfatiza que as pessoas estão exigentes demais consigo mesmas e com os outros.
Por que está tão difícil encontrar alguém que nos complete no amor?
Existe a questão da dificuldade acentuada pela exigência, que pode ter na sua origem uma fuga em não querer se "amarrar", ou ainda medo de sofrer (ambas inconscientes). Então, a pessoa cria uma série de obstáculos intransponíveis, que têm como guardião justamente a exigência.  A dificuldade ainda pode estar ligada à própria personalidade das pessoas, que estão mesmo mais difíceis, e mais insensíveis. E as próprias pessoas, que temem que para serem felizes precisem de alguém para completá-las. De fato, o ser humano precisa de alguém, mas essa complementação tem que ser natural. O amor é um sentimento fantástico e tem que ser sentido com naturalidade e não “obrigado”. 
Será que sonhamos ou idealizamos demais um parceiro e por isso não olhamos para a realidade de que o tal príncipe encantado também tem defeitos?
Sim. Pois a fantasia também é um mecanismo de defesa. E pode afastar a pessoa de seus propósitos reais para aquela outra que de fato gostaria de ser.  Mister Right (o senhor certinho, como se diz nos Estados Unidos) não existe. O que existe é a compreensão de que todos nós somos falhos e temos defeitos, e temos que proceder da melhor maneira para contorná-los e conviver com eles.
Qual o seu conselho para que uma relação que está começando possa se tornar duradoura?
A fase inicial de um relacionamento não pode ser atribuída à paixão. O segredo para uma relação durar é a exploração do relacionamento, no sentido de conhecer a pessoa no dia a dia, com compreensão e muito diálogo. Porém, isso só pode ser feito na instância do amor, que é a única que é duradoura. Pois a paixão, assim como só o relacionamento sexual por si só, tem limite contável e não suporta o diálogo profundo e conciliador, que são tão importantes no relacionamento amoroso.
Existe algum caminho das pedras para encontrar um amor?
A resposta daria um livro, mas a melhor dica: conheça o seu parceiro, assim como você deve conhecer a si mesmo e seus sentimentos. Não deixe a ansiedade dominá-lo e controle os seus impulsos. Também não seja tão exigente idealizando alguém que só existe nos contos de fadas. O ser humano tem defeitos, sim, mas também tem virtudes e são elas que devem ser realçadas, principalmente no relacionamento amoroso. E quando olhamos com os olhos de quem quer ser feliz, fica mais fácil encontrar alguém que também está buscando o mesmo que a gente.

Você está preparado para superar a dor gerada por relacionamentos?










"Me magoaram muito e está doendo demais... Será que essa dor vai passar?"


Provavelmente você já viveu uma situação dessas...


Muitos podem ser os motivos de uma dor provocada em relacionamentos...

- Um pai que agridiu verbalmente ou fisicamente um filho, onde, no calor das emoções, acabou passando dos limites;
- Um namoro que terminou de forma inesperada, onde não há o que possa fazer;
- Uma amizade que, sem uma explicação clara, veio a se distanciar;
- Ser julgado de uma maneira errada;
- Rejeição;
- e muitos outros problemas de relacionamento...

Essas coisas provocam muita dor!

Nos momentos que se seguem à decepção, o sentimento que se tem é de que o mundo vai acabar.
Alguns correm para a solidão, outros buscam alguém para desabafar.
Muitos preferem dormir para esquecer a situação, mas, ao acordar, percebem que a dor somente estava adormecida durante o sono, e isso quando a inquietação não gera uma desastrosa insônia.

Que luta!

Mas... será que essa dor vai passar?

Deixa eu contar algo que me aconteceu acerca de uma semana e meia atrás...

Cheguei um pouco tarde num determinado dia e a porta aqui de casa estava num estado de grande rebeldia pra fechar. Tive que fazer um esforço extra para conseguir meu objetivo.
No impulso, acabei machucando meu dedo! Eita, como doeu!

Lá vou eu com a ponta do dedo indicador sangrando... 
Somente em correr a água por ele, tive praticamente a experiência de Paulo - se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; mas quase fui ao terceiro céu de tanta dor. Rsrs

Passei uns três ou quatro dias com o dedo sentido e magoado... A dor que sentia durante esse tempo me fazia lembrar da cena com a porta assassina.

Dia após dia, percebi quão impressionante é o processo de regeneração após um machucado...

Mas... O que isso tem a ver com o nosso assunto?
Muita coisa!

Aprendi algumas coisas:
1) A porta que me machucou tem uma função necessária, de proteção e segurança, mas que , por estar desajustada, me causou uma ferida e mágoa;
2) Até que eu providencie o concerto da mesma, preciso ter mais cuidado ao manuseá-la;
3) Enquanto sentia dor, me lembrava da cena;
4) A dor me fazia cuidar da ferida até que estivesse curada;
5) Sem dor e mágoa esqueci da situação.

Sei que os problemas de relacionamento não são tão simples assim...

1) Precisamos de pessoas em nosso convívio, portanto, não adianta se isolar. Ninguém é perfeito, e isso nos inclui.

"Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro." (Provérbios 27:17)

O atrito promove amadurecimento!

2) Ore pela pessoa em questão e cuidado para não piorar as coisas antes que haja um arrependimento.
Às vezes, queremos convencer as pessoas dos seus próprios erros, e nossas palavras criam outros novos problemas. Devemos orar para que o Espírito Santo convença do erro.
"Mas eu lhes afirmo que é para o bem de vocês que eu vou. Se eu não for, o Conselheiro não virá para vocês; mas se eu for, eu o enviarei.
Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo." (João 16:7-8)
3) A dor precisa e vai cessar!
4) Elimine a dor cuidando da ferida: Oração, Jejum e intercessão
5) A dor vai passar sim e a ferida vai cicatrizar!


6) Perdoe sempre!
Tenha certeza de uma coisa: Isso vai passar! Essa dor não durará para sempre!
Busque ao Senhor durante todo esse tempo de dor!
ESSA DOR VAI PASSAR!
Deus te ama profundamente!

Extraido do site: Galera Radical